Autoridades de Londres afirmam que o inquérito sobre a morte da cantora Amy Winehouse foi supervisionado por um médico legista que não possuía as habilitações adequadas para analisá-lo e, por isso, será reaberto no próximo mês. De acordo com o laudo final do inquérito conduzido pela polícia britânica, Winehouse tinha 4,16 gramas de álcool por litro de sangue quando morreu - em julho de 2011, aos 27 -, mais de cinco vezes o limite legal de álcool estipulado para motoristas na Inglaterra, que é de 0,8 g/L.
O Conselho de Camden, bairro localizado no norte de Londres, disse que uma nova audiência será realizada em 8 de janeiro. O porta-voz dos Winehouse, Chris Goodman, disse nesta segunda-feira (17) que a família não tinha solicitado uma nova audiência. Suzanne Greenaway, mulher e assistente do legista que supervisionou o inquérito, renunciou ao cargo depois de suas qualificações serem questionadas. O legista foi suspenso e também renunciou no início deste mês.
Fonte: BOL

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