A Justiça paulista negou o pedido da defesa do goleiro Bruno Fernandes de suspender o episódio da série "Até que a Morte nos Separe", do canal de televisão fechada A&E, que traz o ex-atleta do Flamengo como protagonista. A solicitação, recusada pelo juiz da 38ª Vara Cível de São Paulo, se devia à recusa da emissora de dar detalhes sobre o documentário. Os advogados de defesa temem que o o programa traga prejuízo à imagem de seu cliente.
A defesa do goleiro Bruno, que continua preso em Contagem, afirmou que entrará com nova medida. Estarão juntas na mesma medida o pedido de veto de transmissão e de ação indenizatória. De acordo com o advogado Eduardo Pimenta, o valor pedido pelos direitos de imagem de Bruno é de 100 mil reais pela transmissão do documentário e um real por assinante que possui o canal em seu pacote de programação.
O episódio intitulado "Penalidade Máxima. Seria o goleiro Bruno o mandante da morte de Eliza Samudio?" está marcado para ir ao ar às 23h desta terça (19) Ele trata do processo em que o jogador é acusado de sequestrar, manter em cárcere privado e matar sua ex-namorada. Tudo para não ter que reconhecer a paternidade do filho que os dois tiveram.
O site da emissora traz para seus expectadores um extrato de um minuto e 31 segundos do episódio. As imagens resgatam aquela que foi uma das principais polêmicas durante a investigação da Polícia Civil: a briga entre Bruno e o delegado Edson Moreira.
Fonte: o tempo
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