Ontem fez exatamente (31), um ano que Dinho Ouro Preto, do Capital Inicial, despencou do palco em Patos de Minas. Fraturou o crânio, as vértebras do pescoço e ficou inconsciente. Mas antes mesmo que o médico chegasse, um fã anônimo já o tinha reanimado.
Para o neurologista que o atendeu no hospital, os primeiros-socorros feitos pelo desconhecido salvaram a vida do cantor.
O cabo Jenner Neves Britto, mergulhador do Grupamento de Busca e Salvamento do Corpo de Bombeiros de Brasília foi quem ajudou Dinho Ouro Preto. O show estava no começo quando o cantor caiu.
Depois que o cabo prestou atendimento no ginásio, os bombeiros foram ao hospital de Patos ver como Dinho estava e seguiram viagem. Acostumados a salvar vidas sem esperar nada em troca, eles nem se preocuparam em divulgar ou dar publicidade a esse episódio. Dinho Ouro Preto provavelmente jamais saberia a identidade de seus benfeitores se não fosse uma ideia que alguém teve lá no quartel dos Bombeiros em Brasília.
E se o Capital Inicial tocasse na festa de fim de ano da corporação? O major do Corpo de Bomebeiros de Brasília ligou para a produção da banda e fez o convite.
Dinho soube então que foi Jenner quem o salvou e fez questão de conhecê-lo. O encontro foi marcado em Patos de Minas, no mesmo ginásio, exatamente um ano depois do acidente.
Dinho deu CDs e autógrafos. Ganhou e vestiu a camiseta dos bombeiros. Garantiu que ainda vai fazer um show para a corporação em Brasília. E prometeu a si mesmo fazer do acidente apenas uma nota destoante que ficou para trás.
Fonte: Globo

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