Voluntários que receberam o betabloqueador, receitado para pacientes com taquicardia ou pressão alta, obtiveram um resultado abaixo do normal em um teste psicológico padrão sobre atitudes racistas.
Dois grupos de 18 participantes participaram do estudo, que usou métodos como categorizar palavras positivas e negativas em imagens de pessoas negras e brancas.
Os resultados mostraram que, em nível subconsciente, eles são menos resistentes a outras etnias, quando comparados com outro grupo tratado com um placebo.
Cientistas acreditam que a descoberta pode explicar o fato de que o racismo é fundamentado no medo.
O propranolol age tanto nos circuitos nervosos que regulam a frequência cardíaca, como na parte do cérebro envolvida com medo e respostas emocionais. A droga também é utilizada para tratar ansiedade e síndrome do pânico.
Fonte: bol


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