O terremoto e posterior tsunami que castigou o Japão este mês provocará uma contração de sua economia, mas a desaceleração será temporária e o país voltará a crescer no segundo semestre deste ano, previu hoje o Banco Mundial (BM). O organismo, que divulgou ontem seu relatório atualizado sobre as economias do leste asiático e do Pacífico, não deu uma projeção numérica da potencial contração ao sustentar que "é muito cedo" para uma avaliação completa.
As estimativas ventiladas neste momento indicam que o custo do terremoto de 9 graus de magnitude na escala Richter poderia oscilar entre US$ 122 bilhões e US$ 235 bilhões. Esse montante equivaleria entre 2,5% e 4% do Produto Interno Bruto (PIB) japonês.
O BM ressalta em seu estudo que ainda há dúvidas, devido à situação na usina nuclear de Fukushima, mas indicou que o mais provável é que os esforços de reconstrução impulsionem a economia japonesa.
Está previsto que a China, o gigante da região, cresça 9% este ano e 8,5% em 2012, contra 10,3% que se calcula que cresceu no ano passado.
Fonte: Terra


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