A dor crônica atormenta pelo menos 28% da população brasileira, segundo estimativa da Sociedade Brasileira de Estudos da Dor.
Falta de tratamento correto e automedicação são os principais fatores que podem transformar uma dor passageira em crônica. De acordo com especialistas, o que caracteriza a doença é a formação de uma memória da dor.
Mesmo sintomas aparentemente fracos podem desencadear a consolidação da memória cerebral.
Segundo os médicos, as maiores causas da dor crônica são fibromialgia, dores musculares, pélvicas e lombares. Algumas doenças são muito mais comuns em mulheres. Para cada nove mulheres com fibromialgia, há apenas um homem. A proporção de enxaqueca é de três para um.
Entre as causas, está a variação hormonal. Em qualquer caso, o tratamento nunca deve ser feito apenas com analgésicos, que só disfarçam a causa. Além de curar a doença de base, é preciso quebrar o ciclo de sintomas e fazer com que a memória da dor se apague.


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