
A Honda, a BMW e a Toyota se foram no espaço de um ano. Mas a porta da rua ainda não se fechou na F1. Isso porque a Renault chamou seu quadro de diretores para uma reunião de emergência em Paris nesta quarta (4) para discutir seu futuro. Há a possibilidade de tanto a montadora francesa anunciar que vai apenas fornecer motores no ano que vem quanto definir sua retirada total da categoria, como fizeram as três outras colegas de área.
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