Dois britânicos estão sendo julgados por supostamente obter 250 mil libras intermediando ilegalmente a venda de sêmen na internet, em um caso inédito na Justiça da Grã-Bretanha.
Os dois homens são acusados de manter um website que oferecia - sem licença - sêmen de doadores anônimos para mulheres que queriam engravidar, sem seguir procedimentos como testar a presença de vírus sexualmente transmissíveis.
Segundo a promotoria, a empresa, que operava sob nomes como Sperm Direct e First4Fertility, providenciou 792 entregas de sêmen entre outubro de 2007 a novembro de 2008, quando Gage e Woodforth foram presos.
Segundo investigaçãos da polícia, as clientes pagavam 80 libras, cerca de R$ 211 de taxa de adesão e 300 libras, cerca de R$ 791, para usar o serviço, antes de terem acesso a detalhes (como peso, cores dos olhos, origem étnica e educação) dos doadores anônimos.
Depois, era acertada a entrega do sêmen selecionado, a um custo de 150 libras, cerca de R$ 395.
Os doadores supostamente recebiam 50 libras, cerca de R$ 150.

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