Quase metade (48%) dos médicos paulistas que recebem visitas de propagandistas de laboratórios prescreve medicamentos sugeridos pelos fabricantes.
De acordo com o jornal Folha de São Paulo, os dados do Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de SP) apontam ainda que a prática é maior na área de equipamentos médico-hospitalares, com 71% dos profissionais acatando a recomendação da indústria.
Feito pelo Datafolha, o levantamento envolveu 600 médicos de várias especialidades, que representam o universo de 100 mil profissionais que atuam no Estado. Do total, 80% deles recebem visitas dos propagandistas de medicamentos --em média, oito por mês.

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