
O dinheiro pode não comprar felicidade, mas, para muitos norte-americanos, parece ajudar.
Um terço de todos os americanos entrevistados em uma sondagem da empresa de pesquisa Harris se descreveram como muito felizes, mas a porcentagem dos muitos felizes variou de 28 por cento, no caso dos americanos com renda anual de 35 mil dólares, a 38 por cento, caso das pessoas que ganham 75 mil dólares ou mais por ano.
A pesquisa também revelou que as mulheres casadas tendem a ser mais felizes que as solteiras e que os homens. E o número de pessoas felizes teve uma queda ligeira em relação a anos anteriores.
Os resultados são baseados em uma pesquisa conduzida online com 2.755 pessoas às quais se pediu que fossem dadas declarações sobre relacionamentos positivos com familiares e amigos, frustrações no trabalho, tempo para hobbies, preocupações sobre saúde, situação financeira e crenças espirituais.
Um dos pontos mais positivos destacados pela pesquisa foi o relacionamento das pessoas com familiares e amigos. Quase dois terços dos americanos dizem que os vínculos são fortes e constituem uma fonte de felicidade.
Surpreendentemente, as pessoas que discutem as questões mais sérias que fazem manchetes nos jornais se disseram mais contentes que as que ignoram as notícias. A pesquisa atribuiu isso ao fato das pessoas terem uma válvula de escape para falarem dos assuntos que as preocupam. Em vez de apenas incomodarem-se com temas sérios, essas pessoas falam sobre eles.
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