
O diretor geral da Renault, Patrick Pélata, admitiu nesta quinta-feira que o escândalo do Grande Prêmio de Cingapura de 2008 de Fórmula 1 é um "duro golpe" para a empresa. E contou que o chefe de equipe Flavio Briatore pediu demissão por sentir-se "moralmente responsável".
Ao ser questionado pela rádio RTL se o caso era um duro golpe para a Renault, Pélata respondeu com um lacônico "sim".
A escuderia Renault F1 admitiu na quarta-feira que seu diretor, Flavio Briatore, ordenou ao brasileiro Nelsinho Piquet uma batida proposital no GP de Cingapura do ano passado para favorecer a vitória do espanhol Fernando Alonso.
Até o momento nenhum executivo da montadora havia comentado o escândalo, deixando as declarações para a escuderia de Fórmula 1.
Fonte: Terra
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